Amérique du Sud

Conectando o Passado da China ao Futuro da Humanidade

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Conectando o Passado da China ao Futuro da Humanidade 

01/07/2020, Straight-Bat, para o Saker Blog, Parte 3/3

 Tradução: Amigos do Brasil

Parte 1/3: in Blog Bacurau Homenagem ao Filme
Parte 2/3: in Blog Bacurau Homenagem ao Filme

PARTE 3

De 2008 em diante. Preparação para o ato final

“É simplesmente irrelevante se o país antagonista abraça capitalismo liberal (Rússia) ou capitalismo socialista (Cuba, China) ou socialismo xiita islâmico, ou filosofia nacionalista (Venezuela). Para o Estado Profundo capitalista sionista, a subjugação completa é o único caminho a seguir.”


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A crise financeira iniciada nos EUA em 2007 tornou-se global em 2008, impactando países e sociedades em todo o mundo. O ano de 2008 já foi identificado como momento decisivo para a economia mundial. No entanto, gostaria de apresentar uma hipótese que amplia ainda mais os argumentos sobre por que 2008 será lembrado como momento histórico que iniciou novos preparativos:

a) Desde a década dos 1990s, a versão mais recente do capitalismo, o capitalismo financeiro, desenvolve fortes operações nos países anglo-norte-americanos (EUA-Reino Unido-Canadá-Austrália e Europa Ocidental), apoiado sobre Serviços financeiros-Seguros-Imóveis (ing. Financial services-Insurance-Real EstateFIRE).

Fazia perfeito sentido e estava de acordo com a economia política do “capitalismo”: o capital, por definição, precisa de expansão contínua; os capitalistas sempre estiveram/estão em busca de novos horizontes que lhes proporcionem mais lucros, que permitiriam continuar a “acumulação infinita de capital”.

Antes de iniciar o capítulo sobre capitalismo financeiro, os empresários nos EUA e em outros países da Anglosfera realizaram duas bem planejadas rodadas de terceirização (por definição, a terceirização por um lado reduz o custo do produto; por outro lado, a terceirização alivia a administração das empresa, tirando dela as tarefas mundanas, para que a empresa possa dedicar mais tempo às atividades-fim que não interessem ao Complexo Industrial Militar (CIM) e nada tenham a ver com produção de energia).

(i) No estágio 1, durante as décadas de 1950 e 1960, essas atividades econômicas foram terceirizadas para o Japão, Coréia do Sul e Taiwan, a fim de criar uma vassalagem econômica mediante a qual os padrões de vida economias dos chamados e tigres asiáticos seriam puxados para cima para mostrar ‘milagres’ (pode-se dizer que os milagres aconteceram por ação da democracia capitalista liberal ocidental);

(ii) no estágio 2 nas décadas de 1980 e 190, eles terceirizaram uma parte ainda maior dessas atividades econômicas para a China; terceirização a qual, por sua vez, proporcionaria enormes oportunidades de emprego à própria China (o que aconteceu graças ao capitalismo liberal ocidental e sua superioridade tecnológica). Assim o governo chinês seria atraído e arrastado para o campo capitalista sionista.

Durante 2007 e 2008, desabou toda a engenharia financeira projetada e implementada pelos setores FIRE. Tudo fazia crer que o “capitalismo financeiro” não fosse à prova de falhas, frente à infinita ganância dos capitalistas.

A situação foi recuperada mediante a “socialização das perdas” sofridas pelos bancos e empresas de serviços financeiros “grandes demais para falir” nos EUA e em outros países da anglosfera. O governo liberou trilhões de dólares para apoiar os criadores de crises. Mas incidente muito mais significativo foi que, a camarilha do Estado Profundo capitalista sionista começou seu exame introspectivo sobre quanto tempo eles podem depender do ‘capitalismo financeiro’ para continuar a acumulação de capital. Como corolário natural, pareceu-lhes que o ‘capitalismo industrial’ era versão mais segura do capitalismo que fora enviada ao exterior com muito alarde. Os beneficiários da terceirização, isto é, o bloco China e Japão-Coréia do Sul-Taiwan, estavam muito bem estabelecidos nas nuances do ciclo completo de negócios do ‘capitalismo industrial’.

A sede do Estado Profundo (nos EUA) também lembrou que a maioria das elites capitalistas sionistas de europeus não anglo-ocidentais nunca levou muito a sério a terceirização – como resultado, mesmo no final dos anos 2000, a Alemanha-França-Itália-Holanda-Suécia poderia manter uma base de “capitalismo industrial” (embora não seja vibrante sob o estresse competitivo gerado pelos industriais do leste asiático)!

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